segunda-feira, 23 de dezembro de 2013



Após imensa e íntima transpiração...
Um susto! O orgulho da gota sentida, salgada, bem ali, no canto da boca...
Intensa a Vida por erguer sonhos - Horizontes nos dias e vice versa...
Sim! São as mesmas que semeiam! A mesma coragem de ser, ou não!


domingo, 17 de novembro de 2013


Apesar da tímida distância e de toda beleza inconstante;
Perdidamente suave é preciso tocá-la...
É preciso cantá-la!

quarta-feira, 6 de novembro de 2013



Limitam meus passos, meus braços, meus trajes e testes... O meu Ter...
Mas não poupam meu sorriso, o meu choro e nenhum salto da alma.
Nem sempre tenho, mas sempre sou... Meu Ser simplesmente foi, é e será o que Eu quiser...



Em sua própria sombra o sinal da Luz...

terça-feira, 22 de outubro de 2013

segunda-feira, 21 de outubro de 2013


Apesar do excesso e da falta entre os tempos de cada um... O tempo da pele, dos olhos, do coração - Dos reflexos lançados nesta confusão... Viver é melhor... Simplesmente!

quarta-feira, 16 de outubro de 2013


O que há de melhor vive em olhos escolhidos, com brilho sutil... E sempre, no ponto mais tímido e arriscado...

quinta-feira, 10 de outubro de 2013



O teu coração é singular, o que ocorre aí não acontece em nenhum outro... Muito, muito especial um a um...

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

sexta-feira, 27 de setembro de 2013


Em círculos, lançados ao mistério, não somos nem pó em comparação ao Universo. No entanto, o próprio Universo é um grão à Voz do Sentimento...
De repente, um segundo é uma eternidade ao tocar... E vice versa...

http://youtu.be/KTY-MMlBP5E

quinta-feira, 26 de setembro de 2013


 Há mistura de peles e lugares... Desejos, desapegos... Desejos!

 Intensidade do escuro canto, da lágrima clara e na imprevisível esquina...

 Belezas e feiuras - Espanto!

 Do pó à ira, da criança à árvore na praça - Confusão!

 Tudo soa...

segunda-feira, 23 de setembro de 2013


Sustento num ar livre e tímido

As coragens que impressionam

Os medos admiráveis

As obrigações de muitas vezes ter que morrer...

A teimosia da própria Vida!

sábado, 7 de setembro de 2013

sábado, 31 de agosto de 2013

sábado, 24 de agosto de 2013

Frágil sim! Como tudo... Sempre!
E principalmente endoidar mortos ameaços...
Ou goza, ou não goza!

domingo, 18 de agosto de 2013

Do silêncio ao grito, uma nota - Um instante! E ambos esmagam! Se o coração bateu no peito então verdade tal pintura... Tua Vida inventada exprime?

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Implora-se abrigo daquilo que fere e deforma?!
Não! Não há ouvidos, pois de qualquer lado que seja... Vem!
E Divinamente inventada será!

sábado, 27 de julho de 2013

Mas insiste sim tal fome urgente
Claro! Há Vida... Daqui ao imenso verso!
Que não se enganem os que encarniçam até as estrelas...


terça-feira, 23 de julho de 2013

Terei todas as aparências lançadas dos lugares e limites teus... Nem mais, nem menos.



terça-feira, 16 de julho de 2013

Não tão pouco assim!
Ou livre, bom e fácil;
Afinal, sou o que sou e pontos sem fins...

segunda-feira, 15 de julho de 2013


Sem qualquer folga, aparência e caos;
Sou tormento, acolhido e Vida sem nome...
É como tudo dizer num só grito!
Depois, silêncio...

terça-feira, 9 de julho de 2013

segunda-feira, 8 de julho de 2013

quinta-feira, 27 de junho de 2013


Um frio tímido inquietante à pele

Também ultrapassa profundo o segredo vivo!

Ao senti-lo, de tão louca tal Esperança... Arde!

segunda-feira, 3 de junho de 2013

sábado, 4 de maio de 2013


... E se um dia... Cinzas ou Alma... Suavíssimo!
Que a Vida me saiba “perder”...

segunda-feira, 22 de abril de 2013


Por tantas vezes minhas noites em meus olhos!
Conforto no tempo...
Um malabarismo
Uma chaga...
E sonetos de núpcias entre o triste e o forte!

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Tão forte a sensação provocante da urgência de nos fascinarmos...
Deliberadamente, todos nós!

quinta-feira, 28 de março de 2013


Há garras que dilaceram terríveis...
Mas há aquelas que não...
Existem as que vieram ao mundo a tocar-me
Mas não me encontram!

São muitas... Severas, sujas, queridas, ingênuas, famintas...
Mas talvez alguns arranhões insistentes
Que docemente mudam os corações
Sejam as mais leais que ninguém as vê, simplesmente brotam...

Aumentam o que há de melhor na alma... As do perdão!
Basta não temê-las e regá-las
Ter coragem de chorar...
Basta coragem branca!
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segunda-feira, 25 de março de 2013

 
Espalhado em tudo que cometi
Nota após nota
Desafino inventado
Desatino à parte e doce...
Foi-se o perfume por onde agitei!


sábado, 9 de fevereiro de 2013

sábado, 2 de fevereiro de 2013


Sem ti – Mutações

Há tanto... Intenso, inquieto e jorra!

Dá-se o não cair da noite

Sem sono, Sonho, sem ânsia... Sem silêncio algum...

Mas jamais menos belo. Que tal um novo bicho?!

 

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013


Mesmo que a tua alergia de confiança
Esteja embaraçada em cada pelo teu
Aos olhos tão tristes da homogênea Esperança...
Ruídos... Não deixe de sair! Passa lá fora...
Neste dia imenso e estranho
A  velha aparência ainda não te falhou!

sábado, 26 de janeiro de 2013


... As dores, nem a seca, eu não as tento... É íntimo. Tímido, possuo o contraste e deixo ser...

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

A pele da saudade enrugou
Atravessou e parou com coragem no beco!
Em fenda ao alto na ânsia do brevíssimo meio dia...
Antigo conhecido - Ah! Confortável!

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Não me rendi – Em meu lar há carne curiosa e um Espírito fugaz!
Apenas sinto que de tão oco todos estes... O coração contrai antes de espalhar...

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Entre as sonolências dos cortes e o drama do sorriso... Há um balé vital... Acima!