sábado, 29 de dezembro de 2012

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Por favor, um pouco menos de mim...
Menos silêncio, apesar de gostar e me sentir
Menos sorriso, embora surpreendentemente limpa!
Até mesmo o perdão, sei que assustado sempre cuida, mas menos!
E menas hipocrisia... Claro, sem negar sua profunda presença
Apenas mais um arrepio se possível... Mas menos!

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Ao perfume do silêncio
Ao desejo de ser inteiro! Sempre!
Porque uma espécie de metade... É reduzir demais!
É peso entre os outros...

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Quando solto e Sol lá fora, anseio um grito forte!
Algo alto e seco - Alguma artéria entupida de desejos talvez. Almejo o impacto! O susto, o pulso acelerado pra desorganizar tudo aqui dentro de uma só vez... E voltar bastante eu depois!

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

terça-feira, 13 de novembro de 2012


Gosto dos gostos, dos desgostos. Os trajes, vestidos de pele, panos e imaginações por ai...
No que se mistura, sinto mais ainda!

Sim... Separo- os em mil sabores e... Vida!
Antes ou depois de servidos, casulos ou não, rasgados e sempre... É a medida!

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Antes da solidão foi um horror, um paraíso, angústia criadora...
Mas Juro, ao contrair-me entre um e outro... Sempre pertenci!
Pois de todas as vibrações... São todas elas!
Principalmente as esquisitas, mas jamais as patéticas!

domingo, 4 de novembro de 2012

Coração de gesso


Num breve giro,

Desapego, compreensão e expectativa!

Celebro a parte mais salgada da lágrima...

Entre a tinta fria daquela imagem de gesso limpíssima e morta

Ao quente de uma carne suja qualquer, lar da artéria viva...

Viva, feia, faminta...

Mas viva! Ao pulso que nunca parou...

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Tu?!
Espontaneidade Viva e fria!
Ainda não tocaste ao final do dia
Em nenhum músculo desconfiado de ti?
Sim... Um abraço e um não! Eu sabia...
Mas talvez tu, cor da Esperança, tão absoluta!
Tão sutil antes do canto...
Permaneça sempre nua – Verdadeira!
Por simplesmente antes de tudo
E à frente de todos... Sempre...
Despertaste!

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

Algo sempre flui... É nosso!
Provocações por perto às mentes distraídas
O passível de repente arde, não tolera – Engasga!
Desde então, felizmente nos tornamos desinteiros, renovados, inquietos... Interessantes
Buscamos caprichosamente novos pedaços que nos faltam...
Pois as vontades e seus caminhos já não mais se acabam ali
Seja num canto fechado sem ventilação, ou no fim imposto pela falta ou excesso de querência... Sim, quando pára... Desvio!

segunda-feira, 1 de outubro de 2012


Exposta aos Sóis, homens e mulheres, muitas vezes imaginei violências e violências vivas...
Por perto até experimentei tais versões. Na pele pobre de alguém conhecido

Ou no abraço quente que nunca mente, de algum “Zé ninguém” na calçada descalço jamais visto

Sim, cada rulga a que pertenço há algumas delas! Até semeei lágrimas e não colhi coisa alguma...
Mas mesmo toda atrevida em travessia

Sempre, sempre desconfiei da tristeza absoluta!
Ah! O dia está tão... Protejo-me...

Pois hoje a pele é fina demais... Há um sorriso sutil por aqui...

domingo, 30 de setembro de 2012

Tímido, neste ar tão raro, nem sempre bico tuas idéias

Tão pouco distraído, não percebo sessões de caráter, nem sabores ou gosto teu...

Ó o gosto teu! Lamento... Empresta-me talvez a tua razão?

Pois eu sou eu (completa)(mente)

E se agora aqui estou, algo me provoca e logo, num salto acolá...

domingo, 23 de setembro de 2012

Riu-se livremente...
Ora! Não és poeira até o momento?!
Então, com o semblante claro e ligeiro
Deixou-o a sós com ela... De tardezinha...
Ele e a solidão, formosos se entendem
Luzentes, dos Céus às lástimas...
Mas desde agora...
Apenas o gesto e eles, nada mais...

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

domingo, 16 de setembro de 2012

É perigoso até ferir
Terrível enquanto invento a dor
Tato o oco - Ouço o eco!
Incrível quando a imagino
Mas sendo tal após chegar...
Não fico - Continuo!
Há caminho e excesso o tempo todo!

terça-feira, 11 de setembro de 2012

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Constantemente me surpreendo ... Atenta a carne salgada, sedenta pelo ar doce, ou nada disso... Mas sim aos secos segredos, secos e teus, segredos salvos por fluir, refluir, cujo o solo sobriamente fértil repousa, insiste e mistura - Ademais, é preciso novas sementes, insaciáveis raízes e a velha coragem por estas bandas...

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Antes do silêncio

Aspiro tudo lá fora

E nisso tudo... Tu!

Porque em verdade

Jamais foste!

sábado, 1 de setembro de 2012

Não posso relancear somente pelo grau das lentes de costumes impostos, estabelecidos. Às vezes tenho consciência e até me agrada por momentos ser um pedaço... Mas também inspiro por ser único um ar livre que imagino...

segunda-feira, 27 de agosto de 2012


Então, de repente
Num desvio
Neste corpo... Pedaço meu
Loucura se torna defesa...

domingo, 26 de agosto de 2012


O crente e o descrente não estão tão distantes assim, ambos sofrem de digestão ao exagerar daquilo que os alimentam.

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Se o Sol me promete, acredito!
Sou bem assim... Todo teu se eu quiser!
O tempo que contar
Com esboços, com reflexos, com esboços...
E nem tente me tranqüilizar
Porque na verdade, espontaneamente acontece...
E Pode!

sábado, 4 de agosto de 2012

Não que eu seja
Ou nem sempre sou o que convém aos outros e a mim
Mas às vezes falta imaginação
E sem ela tão faiscante não há...
Minuto a minuto
Aceso e apagado
Um corte e um sonho e circula o sangue! Então...
Algumas doses, cortes e sonhos atropelados
Quer ser feliz? Imagine-a
Deseja alguém? Imagine!
Inquietação? Imagine-se!
Faça Vida e não terá pouco com ela...

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Vejo tamanha Esperança entre as tímidas rugas
As mesmas rugas que descansam o corpo e estranham os olhos
Desenham no tempo e ao tempo uni...
Outono, sossego, urgência e alguém!

Sinto graça até mesmo nos vasos tristes
Manias nos quintais
Protestos e raízes...
Folhas e Fé... E folhas novamente!

sábado, 21 de julho de 2012

Quando há uma Vida acesa há Vidas
E em algo que aos outros olhos pintam de solidão
Aqui, bem assim... Teimoso - Envolvo-me:

É preciso estremecer dentro
Sentir o que se passa fora
Pra depois com folga... Improvisar!

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Inimigo m(eu)


O que é o inimigo? Além do tal eu estranho?
Um eu que te lança contra alguém e este em ti...
Prende-te, te alimenta, te mima! Um eu inventado por ele...
Mas "quem" é ele? Este invejoso, rancoroso, vingativo, orgulhoso com o modelo da chave?!
Faz-te acreditar que Ser Humano é ser da franja ao dedão do pé... E só!
Um inimigo "invisível" depositado nos outros sempre ao tempo t(eu)!

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Após alguns dramas, penúltimos suspiros e... Beleza sem graça!
Qual o próximo silêncio?
Aquele que apóia...
Descansa e fortalece as próximas palavras...
As próximas notas – Vida às canções e Vida novamente!
Apenas urgência por ele...
Preciso funcionar melhor!
Unir-me aqui e acolá! Jamais sem ele!

segunda-feira, 9 de julho de 2012

quinta-feira, 5 de julho de 2012

Pelas maneiras céticas e manias crentes...
Não sobram, não faltam! Reflexos de um orgulho espelhado...
Tua lucidez escorrida fere, fere...
A única Esperança que lateja de tanto...
Aperto!

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Porque esta palavra é tão triste?!
Será?
Amarrada e sem alcance da tua carência ao meu estômago... E vice versa!
Será mesmo dela a culpa? Da idéia?!
Pra que? Se sempre há tanto além...

domingo, 24 de junho de 2012

Oferece-se equilibrando entre linhas algumas palavras mornas...
Sem cheiro algum, sem desejo, desenho, rasura... De tão pouco!
É neste parágrafo o segredo teu! De não crer somente até este ponto lido!
O espaço vazio está sempre branco à Vida! Fresco...
O silêncio possível!
... A nova idéia com aspereza inquieta toca dores distraídas sem deslize algum...
Nesta realidade, Esperança, no tempo... Algo novo... Que nem título ainda tem logo ali em frente!
Movimento-me pelo charme...
Da coragem de simplesmente continuar!

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Há tanto nesta estafa!
A Proteção chega a ser toda essa confusão...
Inclina-se, instinto - Perfeição!
A Harmonia no coração inventa, improvisa...
Vence qualquer inflamação lateral!

terça-feira, 5 de junho de 2012

De todas as pontas e além dos lados
Hora padece, hora goza...
E ainda assim nisso tudo é sabido disso?!
Então querida alma...
Flua!
Pois a Vida é maior!
E...
Mais um pouco flua...
Dos beijinhos aos espinhos...
Renova!

domingo, 3 de junho de 2012

Pois eu através da folga do vício
Aproveitei o espaço raro
E vi passar apressado
O contorno que fiz...
Pouco de mim...
Parte dos outros...
Meio do caminho...

O suficiente para fazê-los novamente...

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Vamos! Sejam agudas na minha Vida como as oferecidas flores em brisa tímida, transparente - Proteção! Que a Paz continue sempre me ameaçando... Até ali! Até entrar...

terça-feira, 29 de maio de 2012

Ainda não consigo ser!
Penso que se me deixarem... Talvez seja...
Ou uma gota mais do que isso!
Se eu pudesse como uma espécie sem medida...
Um desafio seria
E teria...
Um risco qualquer, uma nostalgia, uma verdade...
Quem sabe uma decepção a ser perdoada?!
Até posso sentir...
Reconheço...
E mal sabia!

domingo, 27 de maio de 2012

Não! Não me toque tanto
Nem assopre muito
Porque por dentro ainda é pouco
De pouca forma...
Daquela mesma forma que tu não vê!
Não! Não balance assim!
Pois aqui de trás de mim...

Não vi! Desejo-me e não sei!

domingo, 13 de maio de 2012


Preciosas... Já recebi flores do peso das pedras...
E pedras perfumadas!
Assustado, apertado, acolhi a confusão...
Usei tudo no bendito lar!
Por isso, quero inteiro...
O árido, o úmido, o ácido... Inclusive a doçura do possível - A cousa solta! 

terça-feira, 8 de maio de 2012


Teu medo imenso
Inflama o peito estranho
Mistura tudo no canto...
Oprime-te!
Ó querido extinto!
Teu tempo já não soa!
Não lança, não toca – Não fere!
Desembrulhe-se rápido! Inverta-se!
E revoa do teu debruçado berço!

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Como dizer-te?
Se o amor segue amarrado neste vento
Neste corpo, em uma alma lúcida...
Como? Ao menos sem prender-te
Ou mastigando-te... A tua massa!
Como tê-la?
Um dia a mais ou simplesmente mais
Sem fingir a falta, o tempo e sensações...

Mesmo assim...

sexta-feira, 20 de abril de 2012











Não garanto impulsos ocos!
Não mesmo!
Dependente, mutante
Cansado - Selvagem!
De qualquer forma... Alcanço!

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Se te entrego por inteiro
Ou ofereço-me bruscamente
Não acredite tanto!

Nem queira tudo!
Pois Jamais sei o que está indo
Em verdade não lembro...

Nunca sei a próxima nota!

segunda-feira, 2 de abril de 2012

A solidão inquieta garante todo o espaço!
É consigo mesmo... Os ruídos, a contenção e um eco...
Por hora, não é o mais belo...
Mas o vivo!


sábado, 31 de março de 2012

Às vezes me perco nas direções
Perco-me também nas cores...
Na falta, no excesso!
Ah! Simplesmente pertenço!
Vou esperar um pouco... Parar...
Aguardar acesa! Recém-nascida!
Contar alguns segredos – Deliberadamente!
E experimentar alguns goles daquilo ali.

segunda-feira, 26 de março de 2012

Da melhor parte do silêncio
Em alguns lugares
Principalmente os impossíveis...
Crio e fico! O tempo que for - Preciso!


sábado, 24 de março de 2012

Há um ponto intenso demais – Único!
Suspenso à frente sem nenhum interesse...
Por ser tão...
Teu!

A Simplicidade é o final!